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Em causa está um espaço com 85 lugares sentados, um balcão com 360 graus com mais de 15 referências de cerveja internacional 'premium', 16 televisões com projeção de jogos nacionais e internacionais '’all day long’ e ainda ‘spot’ para a prática de boxe. Baseado em opiniões dos visitantes, os garçons oferecem ótimo café. O cliente, pode ainda compôr a sua pópria salada escolhendo entre 15 ingredientes disponíveis. Perca-se ainda na variedade de crepes que esta casa tem para lhe oferecer, com um preço que pode variar até aos 5€. Assim como os queques e queijadas de fabrico caseiro – um verdadeiro mimo, presente todos os dias, para os seus visitantes.
Deixe os preconceitos em casa e arrisque nuns pezinhos de coentrada, em mioleira, túbaros ou orelha, sempre cozinhados de formas inesperadas. Miguel Azevedo Peres tem uma das poucas casas do país que respeita o princípio “nose to tail”. Tanto é um restaurante para almoços honestos como para tainadas das antigas, tanto é para beber um copo e petiscar como é para aquelas mariscadas breves de final de dia antes de recolher a casa. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso). Há técnica na cozinha, mão segura nas massas e contas controladas. O responsável por esse feito é João Frazão, que se apresentou publicamente como concorrente do Masterchef em 2022.
Paraiso Kebab & Pizza na Batalha oferece kebabs, pizzas e pratos portugueses. O espaço, com a sua decoração moderna, é funcional e acolhedor. É aconselhável que os potenciais clientes se desloquem com tempo ou optem por transportes públicos. A flexibilidade da gerência, permitindo, por exemplo, que os clientes tragam o seu próprio bolo de aniversário sem custos adicionais, é um detalhe que contribui para uma experiência positiva e personalizada.
Embora os pratos sejam de elevada qualidade e feitos com ingredientes exclusivos, é a seleção de champanhes franceses prestigiados que eleva a experiência a um patamar de degustação sem paralelo. É fulcral ter escolas, hospitais e outras comodidades perto de sua casa, mas não menos importante é ter belos restaurantes onde possam ir comer algo diferente do que se come por casa. O Bairro dos Olivais tem uma cultura imensa e oferece serviços que atraem famílias, que escolhem a zona para viver. Com novas entradas todos os anos, a lista de restaurantes em Lisboa com o reconhecimento do famoso guia vermelho não pára de crescer. Encontra bons almoços, jantares, petiscos e refeições rápidas.
Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. Criado no Cais do Sodré, onde se fez casa de jazz, poesia e boa comida, o Tati mudou-se para a Penha de França e em pouco tempo mudou também a nossa atitude nonchalante para com o projecto. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações. Era, na verdade, exactamente aquilo que Kosuke Saito, chef japonês natural de Kanagawa, tinha idealizado para o seu primeiro restaurante. O https://tribunasportsbar.pt/ ambiente é informal e intimista, há apenas um balcão com sete lugares. No piso de baixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, para uma experiência mais intimista.
Há ainda uma opção de jantar com espectáculo no Casino da Póvoa. Os grandes vinhos são para grandes ocasiões, por isso, o Hotel Mercure Porto-Batalha apresenta uma combinação de sabores e aromas dos "Grandes Vinhos Mercure". Noite adentro, é servida uma ceia com sopa de nabiças com fumeiro regional, chocolate quente, scones e pastelaria típica do Douro.
Trabalha-se a cura do peixe, embora sem manipular demasiado o produto. Começou com um balcão de sete lugares em Alcântara e nem a mudança de morada o tornou maior, também porque a ideia nunca foi crescer em tamanho, mas sim em condições. O espaço é bem maior e a decoração exuberante, com dourados reluzentes tons, sofás de veludo, colunas, frisos, luxuosos candeeiros. Aqui, a filosofia é o omakase, em que o cliente se entrega nas mãos do chef. Ora há borek, como mujaddara (um estufado de bulgur e lentilhas com cebola frita) ou laham kharouf (carne de borrego cozinhada lentamente, com especiarias) e pão, ou não tivesse tudo começado por aí. A proposta não é nova para a restauração lisboeta, nem para Bernardo Agrela, que por sua vez também não é novo nesta casa, que reabriu no final de Setembro de 2025.
É um ponto a ter em especial consideração para quem planeia uma visita durante os meses mais quentes. Em dias de verão, o calor dentro do estabelecimento foi descrito como "insuportável" e o ar condicionado como ineficiente. Alguns clientes descreveram o serviço como "mal organizado e lento", e há até um relato mais antigo de uma primeira impressão tão negativa que levou o cliente a abandonar o estabelecimento antes mesmo de fazer o pedido. No entanto, em contraponto, surgem críticas significativas sobre a organização e a lentidão do serviço, especialmente em dias de maior afluência. A aposta em pratos que remetem para a cozinha de conforto é um dos seus maiores trunfos, atraindo quem procura sabores autênticos e porções generosas, longe das propostas mais modernas. Situado em Loures, o restaurante A Tribuna apresenta-se como um estabelecimento dedicado aos sabores da comida tradicional portuguesa.
Hoje, toda a gente fala da sazonalidade, menciona produtores e promove a sustentabilidade, mas nada disso era comum quando António Galapito abriu o Prado, em 2017. Com provas dadas no país vizinho, o Ponja Nikkei conta a história da fusão japonesa e peruana que deu origem à cozinha nikkei. Neste caso, são cinco momentos de inspiração internacional com harmonização. Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. Nos pratos conta-nos as histórias da terra e das suas gentes, interpreta-as, dá-lhes assinatura, sempre com o máximo respeito pela tradição. No Plano, restaurante de fine dining escondido na Graça, dá palco a muitos produtores da zona.
Obrigatória é a lula de torneira grelhada e manteiga de ovelha, um clássico do chef, que está amiúde ao balcão, juntamente com Lívia Orofino, que trouxe com ele do Feitoria. Presença dominante tanto na cozinha como na sala, a Tia Alice, natural da ilha cabo-verdiana de São Vicente, é uma daquelas figuras que faz a casa. Cumprindo a micro-sazonalidade dos produtos, a carta muda com frequência e inclui, sempre que possível, peixes pouco habituais às nossas mesas. No final, acabe com um arroz doce, uma baklava, uma mamounia ou uns bolinhos de pistáchio, sobremesas que também se podem levar para casa. Destaco a localização privilegiada, a versatilidade dos espaços e a equipa do Évora Hotel.